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Autódromo de Guaratiba levará desenvolvimento sustentável e econômico para Zona Oeste
Com investimento de R$ 1,3 bilhão, o Parque Autódromo de Guaratiba promete gerar empregos, movimentar a economia local e transformar a Zona Oeste em novo polo de turismo e esportes a motor, unindo sustentabilidade e modernidade

A cidade do Rio de Janeiro se prepara para receber um dos empreendimentos mais ambiciosos de sua história recente: o Parque Autódromo de Guaratiba. Com financiamento 100% privado e investimento de R$ 1,3 bilhão, o projeto prevê a construção de um circuito internacional apto a sediar provas de Fórmula 1, Indy e motovelocidade, além de uma ampla área verde voltada à preservação ambiental e ao lazer da população.
Crescimento econômico e geração de empregos
O prefeito Eduardo Paes destacou que o autódromo trará impactos positivos diretos para a economia da cidade, sobretudo para a Zona Oeste. As obras, que devem começar em 2026, devem gerar centenas de empregos durante a construção e novas oportunidades permanentes após a inauguração, prevista para dois anos depois. Com capacidade para 120 mil pessoas, o complexo deverá atrair grandes eventos internacionais e estimular o turismo, beneficiando o comércio, a hotelaria e os serviços locais. Além do circuito principal, o projeto inclui um Centro de Experiências, áreas comerciais, escola e a criação da Academia Nacional de Kart, voltada à formação de novos pilotos e à popularização do automobilismo entre os jovens.

O pôr do sol visto do píer de Pedra de Guaratiba (Foto: reprodução/Instagram/@pedradeguaratiba)
Sustentabilidade e infraestrutura integrada
Com 98% da área destinada a um parque ambiental, o empreendimento foi planejado para respeitar o ecossistema de manguezais e lagoas da região. O uso de energia solar, captação de água da chuva, pavimentos permeáveis e telhados verdes reforça o caráter sustentável da obra.
A localização estratégica, próxima à Avenida das Américas prevê uma nova estação do BRT, que facilitará o acesso do público, consolidando Guaratiba como um novo eixo de desenvolvimento urbano e social do Rio de Janeiro.


